Editorial
14/09/2008 por walmasieroINFORMAÇÕES
15/01/2010 por walmasieroAos amigos leitores deste blog, informo que para qualquer informação detalhada sobre lista e/ou com se cadastrar para transplantes de córnea ou outro tipo de informação entrem diretamente nos links dos tópicos.
OBRIGADA!
Walkiria
Brasil tem a maior rede pública de transplantes do mundo, mas poucos doadores
17/12/2009 por walmasieroNúmero de doadores é de 8,6 para cada milhão de habitantes. Na Espanha, índice chega a 36
O Brasil tem a maior rede pública de transplantes no mundo e vem registrando um aumento gradativo no número de cirurgias. De acordo com a coordenadora do Sistema Nacional de Trasplantes, Rosana Nothen, apesar da tendência de aumento desde 2006, o número de doadores efetivos é de 8,6 para cada um milhão de habitantes. Na Espanha, esse número chega a 36 por milhão de habitantes.
- Tem aumentado, mas ainda é um número baixo. Tem espaço para crescer. Temos feito várias iniciativas, e uma delas é divulgar mais. Fazer o médico lembrar que o paciente dele pode ser um candidato a doador, o próprio paciente e os familiares pensarem nisso.
De acordo com dados da Secretaria de Saúde de São Paulo, até outubro foram registrados 543 doadores viáveis no estado – que tiveram um ou mais órgãos aproveitados para transplantes -, o que representa 11,7% a mais do que o registrado no ano de 2008, quando foram contabilizados 486 doadores.
No mesmo período, os dados mostram que foram realizados 77 transplantes de coração, 98 de pâncreas, 801 de rim, 443 de fígado e 24 de pulmão.
Segundo Fernandes, a sobrevida depois do transplante de pulmão é de 70 a 80% ao final de um ano e de 50 a 60% ao final de cinco anos.
- Isso levando em consideração que, sem o transplante, nenhum desses pacientes sobreviveria nesse período de cinco anos.
A indicação para o transplante vai para pacientes com doenças muito graves não infecciosas nem câncer.
- É o doente com enfisema, fibrose cística, fibrose pulmonar que está sendo tratada, mas que piora apesar do tratamento. Então ele tem uma qualidade de vida muito ruim e uma perspectiva de vida também ruim.
Uma das novas regras para os transplantes, anunciadas no final de outubro pelo Ministério da Saúde, é o benefício dado a crianças e adolescentes na fila. A partir de agora, eles terão preferência na hora de receber órgãos de doadores da mesma faixa etária.
De acordo com o Ministério da Saúde, no primeiro semestre de 2009 em relação ao mesmo período de 2008, o transplante de rim aumentou 30,28% e o de fígado, 23,17%. No entanto, no mesmo período, os transplantes de coração e de pulmão – que têm mais dificuldades na captação e manutenção dos órgãos – caíram 20,4% e 15,38%, respectivamente.
DIA DO DOADOR DE SANGUE
25/11/2009 por walmasieroS.O.S. NATHAN
25/11/2009 por walmasieroGarantir transplantes
22/11/2009 por walmasieroDe janeiro a setembro a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) registrou uma queda acentuada no número de transplantes de coração, pâncreas/rim e medula óssea nos hospitais de Curitiba. E os transplantes de coração no estado caíram 33% no mesmo período, em relação a 2008. A preocupação procede, embora, em boa parte, a situação resulte de efeitos sazonais, como no caso, aliás das doações aos bancos de sangue, que, normalmente sofre uma queda acentuada a cada fim de ano, enfrentando, em contrapartida, uma alta da demanda.
Entre os fatores de maior peso para o recuo no número de transplantes está, por exemplo, a gripe A (H1N1), que lotou as unidades de tratamento intensivo (UTI) por um bom período.
Perduram questões como a da reduzida faixa de notificações de potenciais doadores pelas equipes médicas à Central Estadual de Transplantes, bem como a pouca valorização – e capacitação – dos profissionais encarregados da captação e manejo de órgãos e as dificuldades na abordagem a famílias que, geralmente, não têm consciência da importância da doação de órgão.
Mas, graças principalmente a dedicados profissionais que atuam na Central de Transplantes e em setores que formam a corrente que ajuda a salvar vidas, uma série de medidas será adotada ainda neste ano para melhorar o número de doações. Perfilam entre as medidas a possibilidade de portadores de hepatite B e C passarem a doar órgãos para receptores com a mesma doença. Esse procedimento ainda é inédito no Paraná. E, com iniciativas adotadas em outubro pelo Ministério da Saúde, que alterou as tabelas de valores de procedimentos e reajustou em 50% os honorários pagos às equipes médicas, deu-se um passo importante para melhorar o sistema de captação de órgãos.
A busca ativa do órgão perante à família, que antes era coberta por remuneração de R$ 210 para o médico, a partir de novembro será elevada para R$ 420. O valor cobrado pela sala usada no centro cirúrgico, para a remoção do órgão, subiu de R$ 450 para R$ 900. Ao mesmo tempo, o Sistema Nacional de Transplantes dispõe de R$ 842,2 milhões para o pagamento de todos os procedimentos relativos aos transplantes realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Cobre, portanto, desde exames para inclusão na lista de espera até o acompanhamento pós-transplante
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